domingo, 8 de fevereiro de 2009

Que felicidade é essa?


Estava bem pensando na felicidade, ter, ser, essas reflexões profundas de recomeços e novas perspectivas, quando encontrei o texto de reflexão semanal da Libertas e resolvi clicar, para minha surpresa, um texto do mestre Júnior que gostei muito e posto aqui para compartilhar com mais pessoas, porque, como já dizia Salomão em sua incrível sapiencia:

"Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo". (Pv 16.24)


Há algum tempo atrás, quando me preparava para falar sobre felicidade para um grupo de amigos, fiz uma rápida pesquisa no Google que me surpreendeu. Procurei referências da palavra “happy” e “feliz“ e também da palavra “Jesus” (já que tanto no português como no inglês a palavra é a mesma). O resultado foi surpreendente: somando as referências de “happy” e “feliz”, a maior ferramenta de buscas da internet acusava nada mais que 922.000.000 (isso mesmo… MILHÕES) de citações dessas palavras. Já para “Jesus”, o Google apresentava apenas 234.000.000 de referências.


Aprendi uma lição nessa pesquisa: São muito mais os que procuram pela felicidade do que aqueles que buscam saber mais sobre Jesus, ou também que, é quatro vezes maior o interesse em se falar de felicidade do que se falar sobre Jesus.


Mas que felicidade pode ser essa que deixa de lado a única fonte verdadeira de alegria, paz e amor (combinação perfeita de felicidade)?


Que felicidade é essa que tantos procuram? O que é ser feliz para essas pessoas?


Ser feliz, para muitos, é possuir bens, amantes, poder, status, entre outras coisas. Esta felicidade é baseada no TER, naquilo que essas pessoas são capazes de conquistar, custe o que custar.


A felicidade que Jesus oferece é baseada no SER. Porque para o Cristo, ser feliz é “SER obediente até a morte, e morte de cruz…”, é “DAR a vida em favor de muitos…”, é “AMAR os inimigos…”, é “NEGAR-SE a si mesmo, tomar diariamente a cruz, e segui-lo”. Como é diferente essa felicidade.


Pensando bem, não é de se estranhar o número absurdamente maior de referências para “feliz” do que para “Jesus”… Ser é muito mais difícil que ter, ainda mais numa cultura pulverizada e disforme como a nossa, onde “Caras”, “Quem” e outras revistas, além dos BBB’s da vida nos impulsionam à busca desenfreada de tudo aquilo que julgam ser “felicidade”.


Eu aindo fico com a Palavra de Deus… “Felizes os pobres (humildes) de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”. Que Deus nos abençoe!
Por José Barbosa Júnior
Retirado das reflexões da semana, do site: Presbiteriana Libertas

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